A interação entre pais e filhos, na oficina, foi visivelmente grande. Os pais também se divertiram bastante. Fabrício Lodetti, que foi ao evento com a mulher e as duas filhas, conta: "Adorei a oficina. Tenho a intenção de voltar e divulgar o evento".
"Gostei de jogar torta na cara do meu pai", diz Giuliana Lodetti, que tem oito anos e é filha de Fabrício, referindo-se à brincadeira torta na cara.
Essa falta de contato também é sentida pelos pais. Muitos nem se lembravam da última vez em que brincaram dessa maneira com seus filhos.
"Como tenho dois filhos muito pequenos, acabei trazendo o meu sobrinho", afirma Alexandro Lacerda, que ficou sabendo do evento por meio de um cartaz no mural de um hospital.
Ele e seu sobrinho Derone, de 11 anos, divertiram-se muito, e foram embora meio "a contragosto". "Faltam mais eventos e incentivos desse tipo", relata Alexandro.
* Por Rafael Lima
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